SQL Server Resource Governor WhitePaper
E ae galera!
Então.. para complementar o assunto sobre Resource Governor segue o link para um whitepaper MUITO bom da Microsoft sobre o assunto:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ee151608%28SQL.100%29.aspx
Recomendo a leitura!
Abraços,
Thiago Zavaschi
SQL Server Resource Governor
Oi pessoal!
Há algum tempo atrás eu havia iniciado um artigo para a SQL Magazine, mas devido a alguns compromissos não pude finalizar/enviar para a revista.
O artigo está praticamente finalizado e é sobre Resource Governor. Segue o artigo:
Introdução
O Resource Governor é um mecanismo da plataforma SQL Server, tendo seu aparecimento na versão 2008, para controlar o acesso a recursos de memória e processamento. Boa gerência dos recursos disponíveis para o SQL Server pode significar o sucesso ou o fracasso da sua solução de negócio baseada neste sistema gerenciador de bancos de dados (SGBD).
A ideia deste artigo é demonstrar o recurso, onde e como se aplica, e sensibilizar o leitor no que tange a considerações relacionadas à concorrência que ocorre sobre os recursos do(s) servidor(es).
Já viu este cenário?
A aplicação tem seu desenvolvimento concluído (ou é gerado um release ao final de um ciclo), é colocada em um ambiente de validação/homologação e nesta etapa são feitos os testes para verificar a regra de negócio. Colocando os méritos das técnicas de validação um pouco de lado e assumindo que está tudo de acordo, a aplicação é, por fim, posta em produção. E é aí que os problemas mais graves começam...
Algumas semanas depois da aplicação estar em produção, os usuários começam a relatar problemas como a lentidão no sistema, timeouts (especialmente se for uma aplicação web), e etc. Esses problemas são relatados ao mesmo tempo em que as verificações feitas no banco de dados indicam que o consumo de memória e CPU estão próximos ao limite.
Uma análise mais detalhada mostra que a causa da lentidão é causada pela geração dos relatórios, pois os mesmo são extraídos a partir da base de dados de produção. Existem diversas estratégias que podem ser utilizadas para contornar o problema: replicação, espelhamento (mirroring), solução utilizando BI e bases OLAP, etc, etc, etc. Mesmo com a adoção de uma destas estratégias o uso do resource governor é interessante conforme veremos na sequência.
Em um cenário em que a compra de um novo servidor ou a utilização de uma solução de BI não é factível o resource governor pode dar um grande auxílio!
Mas o que é o resource governor?
O resource governor é “simplesmente” um mecanismo para a gerência dos recursos de memória e processador utilizados pelo SQL Server. Com o resource governor é possível classificar as queries disparadas contra a base de dados em workload groups pré-definidos, e estes, por sua vez, são mapeados em resource pools que efetivamente definem as limitações de memória e processamento.
As queries precisam ser classificadas em um dos workload groups criados, tal tarefa é executada por uma função de classificação (classifier function). O código desta função deve ser muito escrito, para garantir o tratamento adequado das queries, que podem ter características de mais de um workload group. A figura 1 contempla um esquema deste mecanismo.
Mas em quais cenários o Resource Governor é interessante ser aplicado? Principalmente para três cenários: Controle de queries “soltas” executadas no banco; controle da concorrência previsível de workloads (base de produção x relatórios, por exemplo); e a priorização dos workloads.
Figura 1. Arquitetura macro do mecanismo de Resouce Governor
Criando Resource Pools
Os resource pools representam os recursos físicos do servidor (memória e CPU). No SQL Server 2008 estes pools definem as quantidades máxima e mínima da utilização dos recursos. Existem livros que tratam resource pools como sendo instâncias virtuais do SQL Server, eu penso que é quase isso, visto que poderíamos ter uma separação mais consistente (além de memória e CPU). No SQL Server 2008 existem dois resource pools pré-definidos: Internal e o Default.
O pool internal é usado somente pela engine do SQL Server, não é possível apagá-lo ou fazer quaisquer alterações sobre as suas capacidades mínimas e máximas sobre os recursos.
O pool default será usado pelos workloads que não estão associados a nenhum resource pool. Caso o resource governor não esteja configurado na sua instância do SQL Server, todas as suas queries executarão neste pool. Não é possível apagá-lo ou alterá-lo, com exceção aos seus valores máximos e mínimos associados aos recursos que podem ser configurados.
Os administradores de bancos de dados podem criar novos resource pools. Seguindo o raciocínio do cenário anterior, vamos criar dois pools: um para as queries “normais” e outro para as queries executadas para extrair dados para os relatórios. A listagem 1 mostra o comando Transact-SQL para a criação do Resource Pool. Um detalhe importante é que a soma dos valores mínimos dos pools não pode ser maior que 100 %. O valor máximo individual de cada pool é de até 100 %, mas devemos lembrar de que este valor não será o real caso haja mais de um pool com este valor máximo. O cálculo do valor máximo efetivo deve ser feito subtraindo a soma dos demais mínimos, e este sim será o valor mais elevado atingido pelo SQL Server. Para nossos exemplos, inicialmente colocaremos ambos os pools com percentual máximo de 100 % de CPU.
Listagem 1. Criação dos Resource Pools
CREATE RESOURCE POOL NormalQueries
WITH (MAX_CPU_PERCENT = 100)
CREATE RESOURCE POOL RelatorioQueries
WITH (MAX_CPU_PERCENT = 100)
A sintaxe associada aos Resource Pools e os parâmetros passíveis de configuração, podem ser vistos na listagem 2 (o “valor” é um número correspondido de 1 a 100, para os valores máximos, e de 0 a 100 para os valores mínimos). Acredito que o nome dos parâmetros e a sintaxe são auto explicativos e por isso não entrarei em maiores detalhes, para mais informações consultar o Books Online do SQL Server 2008). Um detalhe importante é a utilização de aspas (“, ”) ou de colchetes ([, ]) na palavra default para evitar conflitos com a palavra reservada DEFAULT, isto vale para as sintaxes subseqüentes também).
Listagem 2. Sintaxe e Parâmetros Configuráveis - Resource Pool
CREATE|ALTER|DROP RESOURCE POOL { pool_name | "default" }
[WITH
( [ MIN_CPU_PERCENT = valor ]
[ [ , ] MAX_CPU_PERCENT = valor ]
[ [ , ] MIN_MEMORY_PERCENT = valor ]
[ [ , ] MAX_MEMORY_PERCENT = valor ] )
]
[;]
Se não forem criados Resource Pools próprios, isto é, sempre utilizar o pool padrão, podemos dizer que é um comportamento similar ao encontrado no SQL Server 2005. Devemos também nos atentar para a limitação do número de pools que é de 20 (incluindo os dois pré-definidos).
Criando Workload Groups
Já vimos como fazer a criação dos resource pools, mas também foi visto que necessitamos de workload groups mapeados nestes pools para configurar o resource governor, pois se associarmos usuários diretamente aos pools poderia ser extremamente custoso qualquer gerência, para não dizer quase impossível. Acredito que um dos elementos mais interessantes dos workload groups é a capacidade de definir prioridade (baixa, média, alta) aos mesmos, o que aumenta ainda mais a granularidade da configuração possível. Por padrão a prioridade é a média (MEDIUM).
Um pool pode mapear zero ou mais workloads, por sua vez, mapeados com as queries dos usuários, mas um workload group só pode estar em um único pool (e sempre estará em um).
Vamos criar três workload groups (para exemplificar múltiplos workloads por pool): AdhocAdm, UsuariosNormais, Relatorios. Os comandos Transact-SQL para a criação dos workloads, para o nosso exemplo, podem ser vistos na listagem 3. A cláusula USING serve para mapear o workload sendo criado a um pool existente. Como já mencionado, as queries que se encaixarem nos workload groups não associados a um resource pool, utilizarão o resource pool default (sempre existente).
Listagem 3. Criação dos Workload Groups
CREATE WORKLOAD GROUP AdhocAdm
USING NormalQueries
CREATE WORKLOAD GROUP UsuariosNormais
USING NormalQueries
CREATE WORKLOAD GROUP Relatorios
USING RelatorioQueries
A listagem 4 mostra a sintaxe completa associada à manipulação de workload groups e também os parâmetros configuráveis.
Listagem 4. Sintaxe do Workload Group e seus Parâmetros Configuráveis
CREATE|ALTER|DROP WORKLOAD GROUP { group_name | "default" }
[WITH
([IMPORTANCE = { LOW | MEDIUM | HIGH }]
[[,] REQUEST_MAX_MEMORY_GRANT_PERCENT = valor ]
[[,] REQUEST_MAX_CPU_TIME_SEC = valor ]
[[,] REQUEST_MEMORY_GRANT_TIMEOUT_SEC = valor ]
[[,] MAX_DOP = valor ]
[[,] GROUP_MAX_REQUESTS = valor ] )
]
[USING { pool_name | "default" }]
[;]
A sintaxe associada é um pouco mais complexa que a dos resource pools e por isso entrarei nos méritos de cada parâmetro.
IMPORTANCE: Define a prioridade do workload group, por padrão (se não especificada) é a média. Este grau de prioridade é usado para cálculos entre workgroups dentro do mesmo resource pool e não afeta os outros workload groups associados a outros resource pools.
REQUEST_MAX_MEMORY_GRANT_PERCENT: Especifica a quantidade máxima de memória que uma requisição única consegue utilizar do pool. Esta porcentagem é relativa ao tamanho da memória disponível ao pool (MAX_MEMORY_PERCENT). O parâmetro valor precisa ser zero ou um inteiro positivo até 100. O valor padrão (se não especificado) é 25.
REQUEST_MAX_CPU_TIME_SEC: Especifica o máximo de tempo (segundos) que uma query pode esperar por um recurso até ficar disponível antes da query falhar. O valor precisa ser 0 ou um inteiro positivo. Por padrão este valor é zero. O Resource Governor não impede a query de executar caso o tempo limite seja atingido, mas um evento é gerado (mais informações no Books Online do SQL Server 2008, ver sobre “CPU Threshold Exceeded Event Class”).
REQUEST_MEMORY_GRANT_TIMEOUT_SEC: Especifica o tempo máximo (segundos) que uma query pode esperar por memória (work buffer memory) até ficar disponível. O valor necessita ser um valor maior ou igua a 0 (padrão). Atingir o tempo limite não significa necessariamente que a execução da query irá falhar, isto só ocorrerá se existirem muitas solicitações concorrentes, a query executará na verdade com uma quantidade menor de memória disponível (o que pode afetar o desempenho da mesma).
MAX_DOP: Especifica o grau máximo de paralelismo (DOP: degree of parallelism) para requisições paralelas. O valor precisa ser 0 ou um número inteiro positivo, onde o valor máximo é de 64. O valor padrão é 0, e significa que útilizará o valor global configurado.
GROUP_MAX_REQUESTS: Especifica o número máximo de requisições simultâneas que são permitidas executar em um mesmo workload group. O valor precisa ser 0 ou um inteiro positivo. O valor padrão é 0 (requisições ilimitadas, teoricamente).
Por fim, a cláusula USING indica qual resource pool será utilizado, por padrão será o pool default.
Com o mapeamento resource pool ó workload group feito, devemos configurar a Classifier Function (função de classificação) que definirá qual o workload associado à chamada sendo feita.
Função de Classificação (Classifier Function)
Seguindo o raciocínio com base na figura 1, vemos que para efetuar o direcionamento das queries que chegam ao servidor SQL Server (idealmente colocado em um servidor físico diferente do servidor de aplicação) é necessária uma função de classificação. Para a construção do algoritmo de classificação é possível utilizar os parâmetros presentes na string de conexão, tais como: endereço IP; nome da aplicação; nome do usuário; entre outros. Sabendo o que é possível utilizar, é necessário definir as políticas que estarão presentes na função. Entre as funções auxiliares disponíveis podemos citar: SUSER_NAME(), HOST_NAME(), SUSER_SNAME(), etc. Temos também as novas funções: CONNECTIONPROPERTY(), ORIGINAL_DB_NAME() e também as novas opções para LOGINPROPERTY(). Para maior detalhamento do comportamento destas funções, favor olhar o Books Online do SQL Server 2008.
Para efeito de exemplificação utilizaremos os seguintes critérios:
Caso o usuário tenha aberto uma sessão através do SQL Server Management Studio (nome da aplicação) então deverá ser classificado no workload AdhocAdm.
Caso seja o usuário ‘Relatorio’, então será classificado para o workload de Relatorios.
Todos os demais que não se enquadrarem em nenhuma das regras anteriores serão classificados para o workload de UsuariosNormais.
Acompanhe o script de criação destas regras na listagem 5.
Listagem 5. Criação da Classifier Function
USE MASTER
GO
CREATE FUNCTION fnClassificadora()
RETURNS SYSNAME WITH SCHEMABINDING
BEGIN
DECLARE @x SYSNAME
IF APP_NAME() LIKE 'Microsoft SQL Server Management Studio%'
BEGIN
SET @x = 'AdhocAdm';
RETURN @x;
END
DECLARE @user VARCHAR(50) = SUSER_SNAME();
IF @user = 'Relatorio'
BEGIN
SET @x = 'Relatorios';
RETURN @x;
END
SET @x = 'UsuariosNormais';
RETURN @x;
END
A função de classificação demonstrada é bastante simples, mas contempla todas as definições que mencionei anteriormente. Fique atento, uma mesma sessão pode se encaixar em mais de um workload group, imagine (segundo nosso exemplo) se o usuário fosse “Relatorio”, mas utilizando o SQL Server Management Studio, logo caracterizando a presença em dois grupos distintos. Uma função de classificação bem programada também é peça fundamental de uma configuração bem sucedida do resource governor, com isso poderíamos ter uma função relativamente grande e complexa (dependendo do caso).
A função de classificação está criada, agora falta associá-la ao resource governor. A listagem 6 demonstra o comando Transact-SQL para realizar a associação.
Listagem 6. Associação da Classifier Function com o Resource Governor
ALTER RESOURCE GOVERNOR
WITH (CLASSIFIER_FUNCTION = dbo.fnClassificadora)
Todas as configurações não terão efeito até que o RECONFIGURE seja executado. O script para o RECONFIGURE pode ser observado na listagem 7.
Listagem 7. Execução do RECONFIGURE
ALTER RESOURCE GOVERNOR
RECONFIGURE
Este foi o último ponto de configuração do resource governor, isto significa que a partir desse momento as queries serão executadas segundo os critérios configurados.
---
É isso pessoal, espero que ajude vocês nos seus estudos!
Grande abraço,
Thiago Zavaschi
SQL Server Analysis Services sobre HTTP/HTTPs
Olá pessoal,
Quando pensamos no SSAS, lembramos que o único modo de autenticação que temos é através de Windows Authentication. Não há algo como o Mixed mode do SQL Server.
Mas os clientes que vão consumir os dados do nosso servidor de análise nem sempre está no mesmo domínio que nós. Então como proceder?
É possível sim (SSAS enterprise only) fazer essa conexão externa através de um pump. Ou seja, você cria uma passagem no seu IIS para o seu servidor de análise.
Primeiramente ative seu IIS no seu servidor. (Aqui estou utilizando o IIS7, os passos para o IIS 6 podem ser observados de uma maneira geral neste post, em inglês: Configuring SSAS over HTTP, apesar de falar do SQL Server 2000, os passos são parecidos).
Crie um site no IIS. Dentro deste site crie um diretório virtual e mapeie para um diretório físico. No meu caso nomeei o diretório como “olap” e mapeei para “C:\inetpub\wwwroot\olap”.
Mesmo que seja usado HTTP (sem SSL) na porta 80, libere no firewall a porta 80 e a porta 2725, para que o Office consiga fazer o acesso ao servidor de análise.
Copie para a pasta mapeada (C:\inetpub\wwwroot\olap) todos os arquivos do diretório: C:\<local da instalacao do SQL Server>\MSAS10_50.<instancia>\OLAP\bin\isapi.
No meu caso o diretório é:
C:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSAS10_50.MSSQLSERVER\OLAP\bin\isapi.
O diretório mapeado fica semelhante ao mostrado abaixo:
Após isso vá no gerenciador do IIS, clique no diretório virtual que você criou e depois clique em Mapeamentos de Manipulador (Handler Mapping) e depois clique em “Adicionar Mapeamento de Script” (Add Map Script).
Dê um nome para o mapeamento (no meu caso usei olap mesmo) e mapeie para a dll chamada msmdpump.dll que você copiou do diretório do SQL Server.
O último detalhe agora é se o ISS não estiver no mesmo servidor do SSAS. Se este for o cenário você deve acertar o arquivo (com o notepad mesmo) msmdpump.ini que está no diretório mapeado para o diretório virtual. O pedaço que você deve ajustar é o <ServerName>. Se for no mesmo servidor, deixe localhost.
<ConfigurationSettings>
<ServerName>localhost</ServerName>
<SessionTimeout>3600</SessionTimeout>
<ConnectionPoolSize>100</ConnectionPoolSize>
</ConfigurationSettings>
Pronto!
Agora você pode usar como servidor para a conexão o seguinte endereço:
http://<servername/ip>/olap/msmdpump.dll.
Lembrando que você deve passar as credenciais, e estas devem estar no domínio do SSAS. O usuário e senha ficaria algo como:
<domínio>\usuario (com a barra mesmo), e a senha normal do usuário.
Este usuário vai ter as permissões normais definidas nas roles da base do SSAS que você estará fazendo o acesso.
É isso, espero que tenham gostado. :-)
Abraços,
Thiago Zavaschi
Faça um DBA feliz! #1
Olá pessoal!
Você como desenvolvedor deve pensar que agradar àquele cara que fica sentado junto ao pessoal de infra é difícil, mas não é não!
Essa série irei passar pequenas dicas que podem facilitar (e muito) a vida do DBA. No final das contas ele pode até te pagar uma cerveja por isso :).
É muito comum encontrar cenários de bases de dados SQL Server unificadas, e diversos (eu falei, diversooos!) sistemas que a utilizam.
É muito comum também existirem certas queries que não estão, digamos, muito otimizadas e que forçam muito o servidor. É papel do DBA identificar, tentar corrigir se possível e avisar aos responsáveis.
O problema é justamente saber a quem avisar… Existe uma solução muito simples pra isso.
Quando o DBA está visualizando o que está acontecendo no banco, se a aplicação informar, aparece o nome da aplicação, caso contrário aparece: .NET sqlClient Data Provider (nome genérico e sem significado de negócio direto).
É possível especificar um parâmetro opcional na connection string chamado Application Name e resolver isso:
Data Source=SERVIDOR;Initial Catalog=BASEDEDADOS;User Id=USER;Password=PASS;Application Name=NomeAplicacao;
Isso resulta numa bela visão para facilidar o tracking do DBA!
Comando executado:
select spid, program_name, * from sys.sysprocesses
where program_name <> ''
É isso pessoal. A ideia desta série é ter posts curtos e diretos! O próximo deve ser relacionado ao SQL dinâmico, não percam!
Abraços e excelente fim de noite!
Material Webcast – Padronize seus Dados com o SQL Server 2008 R2 Master Data Services
Olá pessoal!
Hoje moderei um MSDN webcast do grande Luciano “Luti” Moreira sobre Master Data Management, mais especificamente a ferramenta da Microsoft para este conceito: o Master Data Services (MDS).
O webcast foi bem bacana com conteúdo e demonstrações de nível 100/200. Lembrando que é uma tecnologia bem nova. Estou botando fé nela, mas ainda acho (assim como o Luti) que há pontos de melhoria. Tenho certeza eu o time que está desenvolvendo o SQL11 (próximo release, cujo provável codename é “Denali”) deve estar ajustando bastante!
O nome do webcast foi: “Padronize seus Dados com o SQL Server 2008 R2 Master Data Services”. Vou escrever algo a respeito ainda, e o Luti já começou a falar no blog dele.
Link para o webcast (para baixar, amanhã já deve estar disponível):
https://msevents.microsoft.com/CUI/WebCastEventDetails.aspx?EventID=1032449964&EventCategory=4&culture=pt-BR&CountryCode=BR.
Link para o ppt da apresentação:
http://cid-e145f7753042d628.office.live.com/self.aspx/Public/Apresentacoes/Padronize%20seus%20dados%20com%20o%20SQL%20Server%202008%20R2%20Master%20Data%20Services.pdf.
É isso ae! Parabéns ao Luti pelo excelente webcast!
Abraços,
Thiago Zavaschi
PowerPivot – DAX – Tipos de Funções DAX
Olá!
Comecei a falar das DAX e esqueci de mencionar algumas coisas importantes.
Primeiramente: é possível usar diversas fórmulas do Excel dentro do PowerPivot (eu disse diversas, isso não significa todas).
E segundo: Há funcões que só existem dentro do PowerPivot, que facilitam (e muito) a nossa vida para extrair as informações.
As funções disponíveis podem ser divididas nas seguintes categorias (fonte):
|
Date and time |
=WEEKDAY([OrderDate],1) |
Retorna o número do dia na semana. Onde 1 é domingo e 7 é sábado. |
|
Filter and value |
=FILTER(ProductSubcategory, |
Returna um subconjunto de uma tabela baseada numa expressão de filtro. |
|
Information |
=IsNumber([OrderQuantity]) |
Retorna TRUE se o valor é numérico e FALSE se não. |
|
Logical |
=IF([OrderQuantity]<10,"low", |
Retorna o valor do segundo argumento se o valor do primeiro argumento for verdade. Caso contrário retorna o valor do terceiro argumento. |
|
Math and trig |
=ROUND([SalesAmount] * |
Retorna o valor do primeiro elemento arredondado pro número de dígitos do segundo elemento. |
|
Statistical |
=AVERAGEX(ResellerSales, |
Resolve a expressão do segundo argumento para cada linha da tabela no primenro argumento e então calcula a média aritmética. |
|
Text |
=CONCATENATE([FirstName], |
Retorna uma string da junção de dois itens em texto. |
|
Time Intelligence |
=DATEADD([OrderDate],10,day) |
Retorna uma tabela de datas obtidas pela adição de dias (ou outro tipo especificado no terceiro parâmetro)especificados no segundo argumento na data passada no primeiro parâmetro. |
Meu objetivo é abordar cada grupo e mostrar algumas peculiaridades e como funcionam.
E na sequência postar alguns problemas comuns que vocês terão que resolver (e eu também) usando DAX.
Este artigo é parte de uma série de artigos sobre PowerPivot e DAX. Confira os outros artigos sobre PowerPivot no link: http://zavaschi.com/index.php/tag/powerpivot/
Abraços,
Thiago Zavaschi
Microsoft Business Intelligence Conference Brasil
Olá pessoal!
Gostaria de ter feito esse post anteriormente, mas devido a situações pessoais e de trabalho estive com pouco tempo disponível.
Ocorreu dia 26/05 a Microsoft BI Conference Brasil. Digamos que foi o braço brasileiro da BI Conference qeu esta ocorrendo nesta semana junto ao Tech Ed americano.
Eu tive a honra de ser convidado para palestrar pelo grande João Nunes (gerente do time de SQL Server Brasil) e assim o fiz :).
O evento foi no WTC e durou o dia todo. Devido ao aeroporto estar fechado pela manhã meu voo atrasou e só pude pegar o fim da manhã para assistir. Vi o Pimenta apresentando sobre BI junto ao Prado. Sensacional!
Pude rever grandes amigos da área de SQL Server e afins, muito bom mesmo!
O evento se dividiu no período da tarde em duas trilhas: uma um pouco mais superficial tecnicamente (focada em gerentes e gestores), nivel 100; e outra mais técnica com nível 300.
A minha palestra foi sobre PowerPivot e Reporting Services. Infelizmente eram apenas 50 minutos e não consegui mostrar tudo o que queria. Mas o pessoal gostou bastante, pois gerou muitas dúvidas ao término da apresentação! Muito 10!
Espero ter novas oportunidades como esta! Muito boa!
Em breve novidades, com o PDT (Prodente TechDay) 2010!
Segue algumas fotos (ainda não tenho as oficiais da MS, quando tiver coloco algumas aqui).
Abraços!
Verificando espaço em disco e o espaço ocupado por tabelas!
Olá pessoal!
Inspirado no post do Diego Nogare, o qual comentei (com os scripts deste post), resolvi postar aqui também os scripts sobre verificação de espaço usado em disco e por tabelas!
Verificar o tamanho ocupado por tabelas no banco (a.k.a achar maiores tabelas):
Ordenado por quantidade de linhas:
SELECT object_name(id), rowcnt, dpages * 8 AS [tamanho KB] FROM sysindexes
WHERE indid IN (1,0) AND objectproperty(id,'isusertable') = 1
ORDER BY rowcnt DESC
Ordenado por tamanho físico:
SELECT object_name(id), rowcnt, dpages * 8 AS [tamanho KB] FROM sysindexes
WHERE indid IN (1,0) AND objectproperty(id,'isusertable') = 1
ORDER BY [tamanho KB] DESC
E para mostrar o espaço em disco disponível (valor absoluto e percentual) e o espaço total dos discos, é possível utilizar (a fonte deste script é o SQLDBATips):
DECLARE @hr int
DECLARE @fso int
DECLARE @drive char(1)
DECLARE @odrive int
DECLARE @TotalSize varchar(20)
DECLARE @MB bigint ; SET @MB = 1048576
CREATE TABLE #drives (drive char(1) PRIMARY KEY,
FreeSpace int NULL,
TotalSize int NULL)
INSERT #drives(drive,FreeSpace)
EXEC master.dbo.xp_fixeddrives
EXEC @hr=sp_OACreate 'Scripting.FileSystemObject',@fso OUT
IF @hr <> 0 EXEC sp_OAGetErrorInfo @fso
DECLARE dcur CURSOR LOCAL FAST_FORWARD
FOR SELECT drive from #drives
ORDER by drive
OPEN dcur
FETCH NEXT FROM dcur INTO @drive
WHILE @@FETCH_STATUS=0
BEGIN
EXEC @hr = sp_OAMethod @fso,'GetDrive', @odrive OUT, @drive
IF @hr <> 0 EXEC sp_OAGetErrorInfo @fso
EXEC @hr = sp_OAGetProperty @odrive,'TotalSize', @TotalSize OUT
IF @hr <> 0 EXEC sp_OAGetErrorInfo @odrive
UPDATE #drives
SET TotalSize=@TotalSize/@MB
WHERE drive=@drive
FETCH NEXT FROM dcur INTO @drive
END
CLOSE dcur
DEALLOCATE dcur
EXEC @hr=sp_OADestroy @fso
IF @hr <> 0 EXEC sp_OAGetErrorInfo @fso
SELECT drive,
FreeSpace as 'Livre(MB)',
TotalSize as 'Total(MB)',
CAST((FreeSpace/(TotalSize*1.0))*100.0 as int) as 'Livre(%)'
FROM #drives
ORDER BY drive
DROP TABLE #drives
RETURN
GO
A saída do script deverá ser semelhante a:
drive Livre(MB) Total(MB) Livre(%)
----- ----------- ----------- -----------
C 9541 49999 19
D 46002 317966 14
F 37549 99998 37
K 68581 476269 14
É isso pessoal, fazia tempo que não postava algo masi focado a área de DBA (a qual gosto muito também), espero que seja útil!
Abraços,
Thiago Zavaschi
PowerPivot Lançado, BI Conference Brasil, MCITP
Finalmente depois de tanto tempo no CTP de novembro (CTP3), incompatível com o Office 2010 RTM, foi lançado publicamente o PowerPivot for Excel!
Link para download: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=e081c894-e4ab-42df-8c87-4b99c1f3c49b
Lembrem-se de baixar de acordo com a arquitetura do seu Excel instalado (x86 ou x64)!
É uma grande notícia!
Eu já estava há algumas semanas com o RTM e posso dizer que está muito mais rápido (umas 3x nos meus testes).
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A segunda parte do post é para informar que fui convidade pelo João Nunes (gerente do time de SQL Server aqui do Brasil) para dar uma palestra sobre PowerPivot e BI, na BI Conference Brasil! Que será realizada no dia 26/05 em São Paulo!
O título da palestra será: “Implementando análises e relatórios com Power Pivot e Reporting Services”. Show né?
Não sei ainda se será um evento aberto ou não, mas assim que souber posto detalhes!
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E por fim mas não menos importante: Ontem obtive mais uma certificação para o meu currículo! Agora sou MCITP Database Developer 2008.
A prova teve algumas questões triviais (se conhecer sobre é fácil) e algumas que realmente me fizeram queimar massa cinzenta, mas no final deu tudo certo!
Grande abraço,
Thiago Zavaschi
Mais PowerPivot (agora RTM) e o PowerPivot Day
Olá pessoal!
Primeiramente eu gostaria de agradecer imensamente a todos que estiveram presentes no PowerPivot Day realizado dia 01/05/2010 através da web.
Foi focado na tecnologia de self-service BI da Microsoft, o PowerPivot :-).
Apresentei com foco de dar ao público uma visão do que é Business Intelligence e também a parte client do PowerPivot, com a minha demo de 33 milhões de linhas! Deu pra mostrar bem a grande velocidade de processamento e facilidade de utilização.
Na sequência apresentaram duas feras: Mariano Teixeira Neto (mtn@microsoft.com), trabalha como tester do PowerPivot na Microsoft em Redmond (USA), que apresentou sobre o PowerPivot for SharePoint e a arquitetura envolvida por trás de features do SharePoint. Foi um material de altíssimo nível e que em português ainda não se encontra sobre (muita coisa não é encontrada nem em inglês!). Após o Mariano, nada mais, nada menos que o grande Rob Collie (fundados da PivotStream, ex Program Manager da Microsoft (PowerPivot)) que apresentou sobre a linguagem de fórmulas do PowerPivot, as DAX (Data Analysis eXpressions), como foi uma palestra em inglês parece que uma parte do pessoal não conseguiu acompanhar e saiu, mas ainda assim permaneceram diversas pessoas interessadas (o que eu achei o máximo)!
Meu MUITO OBRIGADO novamente aos palestrantes e a todos que estiveram presente assistindo! Espero que tenha conseguido vislumbrar bem esse mundo de BI! O feedback pelo twitter (acompanhando a hash #PowerPivotDay) foi fantástico.
Espero que isso sirva de exemplo e inspiração sobre questões como: networking internacional, eventos ligados para nós e para o pessoal de fora do país. Aguardo novos eventos assim e espero poder contribuir, ainda que minimamente, para melhorar tudo isso.
O evento repercutiu em alguns blogs, inclusive o do Fábio Ávila que foi colega de mestrado do Mariano! http://avilasolucoes.spaces.live.com/blog/cns!E76C874EF6DB7846!249.entry
O material das palestras pode ser baixado aqui: http://cid-8de5a8efc1819eca.skydrive.live.com/browse.aspx/P%c3%bablico/Webcasts/PowerPivotDay E o link para download do webcast é o seguinte: https://msevents.microsoft.com/CUI/WebCastEventDetails.aspx?culture=pt-BR&EventID=1032445071&CountryCode=BR
E agora por último, mas com certeza não menos importante: o PowerPivot RTM foi lançado!!! Ainda não está disponível par ao grande público, mas já está disponível no MSDN (para quem é assinante). É provavél que muito em breve esteja disponível no www.powerpivot.com.
Abraços e todos e novamente obrigado!
Thiago Zavaschi