Thiago Zavaschi R2 www.zavaschi.com

23Oct/131

Whitepaper de Performance Tuning para o Modelo Tabular do SSAS 2012

Olá pessoal,

Este post é apenas para informar que já foi lançado o Performance Guide para o modelo tabular do Analysis Service 2012. Recebi já muitas perguntas sobre ele e aqui está.

Performance Tuning of Tabular Models in SQL Server 2012 Analysis Services

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/dn393915.aspx

Enjoy!

PS: Esse post ficou algum tempo nos drafts, o guide já saiu há alguns meses e em breve teremos atualização para cobrir servidores NUMA.

13May/131

Data Explorer Release de Maio

Olá a todos!

Sexta-feira passada foi lançada publicamente mais uma build (May Release) do Data Explorer.

O Data Explorer é um add-in para o Excel para você realizar transformações nos dados de uma forma facilitada (self-service) e passível também de integração com o PowerPivot para análise.

Essa versão de maio contém diversas novidades que podem ser acompanhadas no blog do time de produto do Data Explorer:

http://blogs.msdn.com/b/dataexplorer/archive/2013/05/13/data-explorer-may-update-is-available-now.aspx
Essa ferramenta tem muito potencial, principalmente nos cenários em que a utilização do Integration Services (SSIS) poderia aumentar muito a complexidade da solução.

Fica a dica ;)
Thiago Zavaschi

10May/131

Analysis Services Internals – Formula e Storage Engines (e como funciona o cache?)

Olá pessoal!

O tópico de hoje é para servir de base a todos que desejam conhecer um pouco mais de como o servidor do Analysis Services (SSAS) trabalha por trás dos panos.

Existem diversos mecanismos internos que são responsáveis / interagem no processamento de uma query que é enviada ao servidor de análise (o processo detalhado de execução de uma query vou abordar em um tópico futuro específico): XMLA Listener, Formula Engine, Storage Engine e assim por diante.

Esse post abordará sobre o que é e para que servem a Formula e a Storage Engine.

22Apr/132

Sharepoint e Reporting Services – O que é suportado?

Olá pessoal, depois de um longo e tenebroso inverno (leia-se: muito trabalho aqui no time de engenharia) estou de volta e pretendo postar sobre os casos com que lido e continuar algumas séries de posts antigas aqui do blog.

O ponto que quero abordar hoje é sobre a suportabilidade da integração do SharePoint com o Reporting Services.

É de senso comum de quem trabalha com as tecnologias de Business Intelligence da Microsoft saber que o Reporting Services pode ser configurado para trabalhar de modo autônomo (modo nativo) ou em modo integrado ao SharePoint. No entanto nem sempre fica claro quais são as restrições de versões para essa compatibilidade.

Por exemplo: Posso usar o Reporting Services do SQL Server 2008 R2 com o SharePoint 2010? E com o SharePoint 2013? E se for o SQL Server 2008? E a versão dos Add-ins?

Este post serve para elucidar estes casos. Este post é baseado no seguinte pedaço do books online (em inglês): http://msdn.microsoft.com/en-us/library/dc6a3372-db26-43f0-b7aa-f725acc635c2

27Jul/122

SSIS Package Configuration (XML File) – Trocando a Connection String entre Servidores

Olá!

Uma dúvida comum que sempre surge quando vou atender um caso de SQL Server Integration Services (SSIS) é:

Ok Thiago desenvolvi 100 (leia-se muitos) pacotes no SSIS, porém toda a vez que vou fazer o deploy destes pacotes em homologação e produção eu tenho que ficar mudando as connection strings. Como proceder?”

O SSIS tem um mecanismo para ajudar neste sentido chamado SSIS Package Configuration, onde é possível salvar a suas configurações em um arquivo XML, variável de ambiente ou até mesmo em uma tabela do SQL Server que contenha os valores.

No artigo de hoje vou abordar apenas a configuração através de arquivo XML.

Mas então, como fazer?

Desenvolva seu pacote normalmente. Utilizando os Data Sources de desenvolvimento e associando os respectivos Connection Managers a eles da forma que for necessária ao seu fluxo.

Agora o que precisamos fazer é criar um arquivo de configuração XML que conterá os dados que os data sources utilizarão ao invés do que você configurou previamente.

Esta configuração você fará para o primeiro pacote e depois reutilizará o mesmo arquivo de configuração para os demais pacotes.

5Jul/120

SQL Server Analysis Services – Query Log 2000 x 2005+

Olá pessoal,

Estando no time de suporte premier da Microsoft recebo muitos chamados de clientes que desejam migrar seu Analysis Services do 2000 para versões mais recentes como o 2008 R2 e 2012.

Uma dúvida comum é sobre as diferenças entre a versão 2000 e as demais.

Hoje falaremos das principais diferenças do query log do SSAS 2000 para os SSAS posteriores.

O SSAS possui capacidade de logar informações sobre as queries que são disparadas contra o servidor (não estou falando do Profiler (traces) e nem do Flight Recorder (que também é um trace)) conhecido como query log.

O SSAS não armazena evetivamente a query executada, porém armazena informações sobre quais atributos e measures foram utilizadas, que mais tarde pode ser utilizada pelo wizard de otimização baseado em uso.

O SSAS 2005 (e os posteriores) não loga as queries na tabela de log de queries por padrão. Para fazer o log você deve explicitamente ativar esse recurso nas propriedades do SSAS.

A partir do SSAS 2005 não é possível utilizar o Access como repositório para o log de queries. Obrigatoriamente você terá de usar uma database do SQL Server para isso.

O SQL Server não precisa residir no mesmo computados que o SSAS.

O Analysis Services não utiliza mais o registro do windows para armazenar suas propriedades. Todas as propriedades do servidor SSAS que controlam o comportamento do query log são acessíveis através do Management Studio ou através da modificação do arquivo de configuração do SSAS.

O formato (campos e tipos de dados) da tabela de log mudou. Se você utiliza para algum outro fim, você precisará ajustar seus scripts personalizados.

Para maiores informações sobre como configurar o query log do SSAS segue o link (em inglês):

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc917676.aspx

Obrigado!

24Apr/125

Gestão de Memória no Reporting Services

Olá pessoal :)

Uma dúvida muito comum que recebo é: posso por o meu servidor de relatórios (Reporting Services) no mesmo servidor de base de dados (database engine). A resposta é: claro que pode…. tecnicamente, mas dependendo da demanda, não é uma boa estratégia quando o objetivo é performance.

O foco aqui será a questão da gestão da memória RAM, mas o fato de usar o mesmo servidor também tem impacto na parte de processamento (vamos deixar isso para um post futuro abordando arquitetura :) ).

É fato que a engine relacional do SQL Server utiliza toda a memória disponível para ele, seja com cache de dados, planos e etc. A questão é que o Reporting Services também tenta fazer isso. E a velha máxima persiste: dois corpos não podem ocupar o mesmo local no espaço ao mesmo tempo.

Ok.. ok… traduzindo: a mesma porção de memória não pode ser ocupada por dois processos ao mesmo tempo.

19Apr/122

SQL Server Reporting Services – Trace Log e HTTP Log

Olá!

Assim como a engine do SQL Server e muitos outros produtos (Microsoft ou não), estes possuem um log de trace sobre o que acontece com o aplicativo/serviço, não acontece diferente no Reporting Services.

Os arquivos de trace log do Reporting Services variam de acordo com a versão do SQL Server. Até o SQL Server 2005 (onde ainda tinhamos dependência do IIS para o SSRS) haviam 4 tipos de arquivos de log que por padrão são limitados a 32MB por arquivo e são automaticamente deletados após 14 dias. Estes arquivos são texto plano, então qualquer editor de texto consegue abrir.

18Apr/120

Licenciamento no SQL Server 2012

Depois da série sobre licenciamento no SQL Server 2008 R2, muitos me perguntaram o que mudou no 2012.

Houveram diversas mudanças com objetivo de facilitar o licenciamento, tanto em cenários virtualizados ou físicos.

A Lívia Sarto que trabalha no time de produto de SQL Server na Microsoft Brasil fez três posts explicando as principais mudanças. Vale a pena a leitura, ainda que sejamos técnicos é algo interessante de se saber ao menos o básico!

Licenciando o SQL Server 2012 – Part I

Licenciando o SQL Server 2012 – Part II

Licenciando o SQL Server 2012 – Part III

Em breve teremos novos posts lá sobre licenciamento, então fiquem ligados. :)

Grande abraço!
Thiago Zavaschi

17Apr/121

Hierarquias no Analysis Services

Olá!

Hoje irei comentar um pouco sobre hierarquias no Analysis Services, seus benefícios e alguns dos parâmetros importantes quando definimos/criamos uma.

Os elementos que compõem uma dimensão são chamados de atributos. Estas dimensões são responsáveis por dar contexto às medidas (measures) numéricas contidas no cubo (total de vendas, quantidade de vendas ano sobre ano, entre outras de acordo com o seu negócio) e muitas vezes podem conter dezenas de atributos.

Com uma grande quantidade de atributos pode ser complicado a um usuário de uma ferramenta de análise (Excel por exemplo) navegar por estes atributos. Para facilitar esta navegação, podem ser criadas hierarquias dentro destas dimensões. Além de facilitar a navegação (drill down e drill up), o SSAS consegue se utilizar destas hierarquias (desde que os atributos tenham um relacionamento natural) para criar índices e agregações pré-calculadas e assim agilizar o tempo de resposta das queries dos usuários.